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Reserva de emergência: qual o melhor lugar para deixar esse dinheiro?

Ter uma reserva de emergência é de suma importância, nesse artigo vamos te mostrar como administrá-la!

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Fonte: Google

Uma reserva de emergência se faz necessário principalmente quando imprevistos acontecem.

E na maioria das vezes, um saldo positivo na conta garante que você não caia no buraco das dívidas ou passe aperto em momentos emergenciais.

Você, provavelmente, não pensa que vai chegar ao trabalho e ter uma carta de demissão te esperando.

Ou que vai chegar em casa e ver a geladeira pifada.

Ou que vai sofrer um acidente de trânsito e ter que arcar com todos os custos.

Situações imprevisíveis como essas podem acontecer a qualquer momento, e todos somos suscetíveis a elas.

É por esse motivo que apostar em um “seguro” é extremamente importante para manter a tranquilidade diante de problemas da vida.

Este seguro é mais conhecido como reserva de emergência, e como o seu próprio nome sugere, é ela quem vai te socorrer quando ocorrer algum imprevisto e evitará que você precise depender do cheque especial ou de empréstimos no banco – com juros absurdos que podem comprometer as suas finanças por muito tempo.

Quanto devo ter de reserva de emergência?

Não existe uma quantia exata de quanto dinheiro deve ser dedicado a reserva de emergência, dado que esse valor varia de acordo com o custo de vida de cada pessoa/família, a renda mensal e entre outras questões relacionadas.

No entanto, para te dar um norte financeiro de quanto ter guardado, você pode se basear no valor das suas despesas mensais multiplicadas por 6 meses.

Por exemplo: se você gasta em média R$3000 por mês, a sua reserva de emergência precisa ter, no mínimo, R$18.000.

Algumas pessoas, para ter mais tranquilidade diante de imprevistos, preferem ampliar o valor para custear 12 meses ou até mais.

Mas, normalmente a reserva de emergência não será construída de uma hora para outra – a não ser que você tenha alguns bens parados para se desfazer (por ex.: a moto que está parada a meses) e montar a sua reserva.

Por isso, o ideal é que você comece a destinar parte da sua renda mensal (entre 10% a 20%) para formá-la.

Se essa quantia a ser poupada por mês parecer impossível no momento, comece com menos para alimentar o hábito de economizar e vá aumentando gradualmente conforme você vai colocando a sua vida financeira nos trilhos.

Onde você não deve guardar o seu dinheiro

Os investimentos para a reserva de emergência devem apresentar liquidez diária.

Em outras palavras, você poderá tirar o seu dinheiro a qualquer momento.

Mas, isso não significa que deixar o dinheiro debaixo do colchão, dentro do cofrinho ou parado na conta corrente seja uma boa ideia.

Além da falta de segurança nas duas primeiras opções, o dinheiro guardado dessas formas leva o investidor ao prejuízo por conta da inflação.

Outro ponto que deve ser levado em consideração são os rendimentos.

O dinheiro parado na conta corrente não rende e quem recorre a poupança consegue um retorno muito baixo.

Onde investir a reserva de emergência

Na hora de escolher o melhor investimento para a reserva de emergência deve ser levado em conta três principais fatores: liquidez, rendimentos e segurança.

Hoje, o Tesouro Selic e os CDBs são os principais produtos de renda fixa.

O Tesouro Selic, atualmente, rende o mesmo que a Taxa Selic, 4,25% ao ano. Já os CDBs com liquidez diária normalmente possuem uma rentabilidade de 100% da taxa CDI, sendo que rende um pouco menos que a Taxa Selic (por ex.: se a Taxa Selic estiver a 4,25%, o CDB está a 4,1%).

No entanto, deve ser levado em conta que os CDBs não possuem cobrança de taxa de bolsa, diferentemente do Tesouro Selic – fazendo com que ele seja uma alternativa mais rentável em alguns casos.

Em questão tributária, ambos os investimentos têm cobrança do Imposto de Renda sobre o lucro.

Ambas as opções para alocar a reserva de emergência são boas e garantem retorno melhor do que deixar o dinheiro rendendo pouco na poupança, parado na conta corrente ou debaixo do colchão.

Independentemente de qual investimento escolher, é importante ter esse valor guardado para situações emergenciais.

Por Rafael Mansberger – Especialista em crédito – @rafaelmansberger – E-mail: [email protected]

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