Publicidade

Como escolher o melhor financiamento imobiliário?

Um passo fundamental antes de escolher um financiamento, é definir o negócio pretendido e fazer um planejamento! Com isso, preparamos algumas dicas importantes para te ajudar nisso:

Por:

como escolher o melhor financiamento imobiliário
Fonte: Google
Publicidade

Está pensando em pegar um financiamento para a compra da casa própria e não sabe como escolher o melhor financiamento imobiliário? Você está no lugar certo.

Aqui reuni as principais informações para que você escolha não o melhor financiamento imobiliário do mercado, mas o melhor financiamento de acordo com o seu perfil particular.

Se você acha que chegou a hora de comprar a casa própria e que o financiamento imobiliário é o melhor caminho, vem comigo que eu posso te ajudar.

Muitas pessoas acabam pecando na hora de escolher o financiamento imobiliário porque se preocupam sobretudo com a taxa de juros do financiamento.

A taxa de juros é importante sim, mas não deve ser o único fator determinante.

Antes de partirmos para o que você deve considerar para escolher o melhor financiamento, vamos ver o que vem a ser essa modalidade de compra na prática?

Muito se fala sobre financiar…

Muito se fala sobre financiamento, mas você sabe de fato o que é um financiamento?

O financiamento é uma modalidade de compra na qual o devedor, aquele que solicita o financiamento, obtêm recursos de uma instituição financeira.

Essa pode ser tanto um banco, quanto uma financiadora para a compra de um bem, ou seja, o bem fim do financiamento.

Por exemplo, em um financiamento veicular, o devedor do financiamento obtêm recursos para a compra do carro.

Apesar de colocarmos que ele obtém os recursos, esses recursos não passam de fato pelas suas mãos.

Ao ter o crédito aprovado, o bem financiado é pago pela instituição financeira e você, como titular do financiamento recebe o bem e começa então a pagar as prestações para o banco.

Nessa modalidade de compra você não deve para o vendedor do produto, mas para o banco que o pagou a vista para o seu antigo proprietário.

Por esse adiantamento o banco ou financiadora cobra uma taxa de juros que por ser comumente alta marca uma das características do financiamento.

Inclusive é pela fama de ter altas taxas de juros atreladas a sua operação que muitos clientes consideram apenas as taxas na hora de optar por um financiamento ou outro e isso é um erro.

Como escolher o melhor financiamento imobiliário envolve conhecer o CET

Se eu te perguntasse sobre o CET do último financiamento que você pesquisou você saberia me dizer?

O CET é a sigla de Custo Efetivo Total e é muito mais importante do que a taxa de juros.

O Custo Efetivo Total como o nome sugere é resultado de tudo o que você vai pagar com o financiamento e engloba mais do que apenas a taxa de juros.

O CET traz em seu valor total a taxa de juros cobrada, as taxas mensais e toda e qualquer outra tarifa atrelada ao financiamento.

É importante se ater ao CET porque algumas instituições financeiras conseguem apresentar uma taxa de juros mais baixa e atrativa.

Em contrapartida, o Custo Efetivo Total do financiamento é extremamente alto.

Saiba qual o melhor sistema de financiamento para você

Quando falamos em financiamento pensamos em um modelo uniforme de financiamento.

Mas o fato é que existem diferentes formas que esse crédito pode ser sistematizado para você.

Conhecer as principais formas pode favorecer como escolher o melhor financiamento.

Um dos sistemas mais comuns de financiamento é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Ele possui algumas características que o definem bem.

É uma iniciativa do Governo Federal para facilitar a aquisição da casa própria.

Por meio do SFH é possível o financiamento de imóvel com valor de até setecentos e cinquenta mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais e de até seiscentos e cinquenta mil nos demais estados federativos.

Quinhentos e oitenta e cinco mil reais, esse é o limite obtido pelo financiamento dentro dessa iniciativa.

O valor das parcelas do financiamento não podem superar trinta por cento da renda do pretendente ao financiamento e o tempo máximo para quitação da dívida é de quatrocentos e vinte meses.

Outro sistema que regulamenta o financiamento dentro da economia brasileira é o SFI, Sistema Financeiro Imobiliário.

Ele surgiu sobretudo para cobrir as lacunas do Sistema Financeiro de Habitação.

Dentro do sistema não temos um limite para o valor do imóvel submetido ao financiamento.

Da mesma forma, o comprometimento de renda não é uma exigência verificada pela instituição.

Mesmo não sendo verificado o comprometimento da renda no financiamento dentro do sistema SFI, é importante que você respeite o limite de até trinta por cento.

Parcelas mais elevadas podem acabar sendo difíceis de serem pagas, o que pode comprometer a garantia de pagamento das mesmas.

Assim como o SFH, o Sistema Financeiro Imobiliário dá ao solicitante quatrocentos e vinte meses para quitação da dívida.

Ao contrário, entretanto, do anterior, pessoas jurídicas também podem adquirir propriedades nesse sistema.

Por Rafael Mansberger – Especialista em crédito – @rafaelmansberger – E-mail: [email protected]

Recomenda

Últimas