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PIX deixará de ser gratuito. Descubra quais bancos cobram pela transação e qual valor.

Saiba tudo sobre as taxas que serão cobradas.

Desde o final do ano passado, começamos a contar com o eficaz e prático sistema Pix, o qual permite que transações bancárias sejam feitas de forma simplificada, rápida e com menos custo do que o TED, ou o DOC.

Apesar disso, algumas transações via Pix começarão a ter custos. Saiba quais serão os valores e os bancos que irão cobrar taxas.

Fonte: Google

O Pix, foi criado pelo Banco Central e seu maior objetivo, era facilitar as transações financeiras dos cidadãos brasileiros.

As quais, poderão ser realizadas a qualquer horário do dia, em todos os dias da semana, incluso feriados e aos finais de semana.

Na maioria dos casos, o Pix não possui cobrança de tarifa. Entenda em quais casos, o uso deste meio de pagamentos pode ter cobrança.

Tarifas no sistema Pix

Na maioria dos casos, para pessoa física, as transações não terão cobranças.

Segundo o Banco Central, este sistema pode ser gratuito para as pessoas físicas e Microempreendedores Individuais (MEIs) ao fazer o Pix por meio de um canal digital — aplicativo ou internet banking — e ao receber uma transferência por Pix.

Mas o Pix ainda pode ser cobrado de pessoas físicas nestes casos, conforme informado pelo blog Nubank:

  • Realizar um Pix por meio de um canal de atendimento presencial (como um caixa) ou pessoal (como por telefone), quando este sistema estiver disponível em meios eletrônicos;
  • Receber um Pix como pagamento de um serviço ou produto vendido.

Já no caso de pessoa jurídica, o Banco Central informou que eles poderão assumir o custo das transações via Pix.

A cobrança será realizada somente se a instituição bancária optar por cobrar.

Sendo assim, o PJ não possui garantia de gratuidade ao utilizar o Pix. Apesar disso, as tarifas de transferências tendem a ser mais baixas do que as presentes em outras modalidades.

Valores do Pix taxado em cinco bancos

Conforme já mencionamos neste artigo, a decisão de cobrar as transações para pessoas jurídicas dependerá da escolha da instituição financeira.

Algumas instituições bancárias optam por isentar este grupo de clientes da tarifa, como a Caixa, o Nubank e o Banco Inter.

No entanto, há instituições financeiras que decidiram cobrar tarifas em operações de pessoas jurídicas.

Confira os valores para transferências e pagamentos no Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Safra.

Tarifas de transferência

  • Itaú — 1,45% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60;
  • Banco do Brasil — 0,99% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 10;
  • Bradesco — 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9;
  • Santander — 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10;
  • Safra — 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,50 e máxima de R$ 9,90.

Tarifas de recebimento

  • Itaú — QR Code: 1,45% do valor pago, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 150;
  • Banco do Brasil — QR Code: 0,99% do valor da transação, com tarifa máxima de R$ 140;
  • Bradesco — 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,90 e máxima de R$ 145;
  • Santander — QR Code estático ou dinâmico: R$ 6,54; QR Code via checkout: 1,4% do valor transação, com tarifa mínima de R$ 0,95;
  • Safra — QR Code: 1,3% do valor da transação, com valor mínimo de R$ 1,50 e máximo de R$ 150.

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Vanessa Gomes

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Vanessa Gomes