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Veja como minerar suas criptomoedas em casa, mesmo sem nenhuma experiência no assunto.

Funcionamento, investimento e tudo que você precisa saber para montar sua estação de mineração ainda hoje.

O processo de mineração de criptomoedas te possibilita uma recompensa com moedas digitais ao auxiliar na validação dos processos e também na criação de novas unidades através da tecnologia chamada de blockchain.

Nos últimos anos, as criptomoedas apareceram como uma forma de troca decentralizado e como uma reserva de valor que a cada dia estão ganhando mais e mais relevância.

Parece difícil de entender todos esses conceitos? Não se preocupe! Vamos te orientar sobre todos os aspectos mais importantes deste tipo de negócio. Vamos ver?

Mineração de Criptomoedas
Fonte: Google

A maioria das criptomoedas são geradas também em transações registradas, essas por meio de um processo que vem sendo muito falado ultimamente e que é conhecido como mineração.

O que é mineração de criptomoedas?

Como o próprio nome já diz, minerar significa explorar, bem como extrair. No caso das criptomoedas, esse termo é usado pois, o processo de busca por essas moedas virtuais é tão semelhante a popular mineração. Ou seja, você precisa explorar o ambiente virtual para encontrar e extrair cada bloco das moedas.

Como recompensa do trabalho de “mineração”, as pessoas que fazem esse processo, recebem uma quantidade do criptoativo.

Inclusive, instituições bancárias gigantes como: Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander, por exemplo, estão analisando e estudando a possibilidade de investirem neste tipo de “negócio”. O que já nos transmite uma super segurança e confiabilidade ao processo.

No entanto, a criação de uma nova unidade de uma moeda digital não é tão fácil e simples como a impressão de uma cédula de dinheiro convencional.

Bitcoin Mining at Russian CryptoUniverse Farm
Fonte: Google

Como funciona o processo de mineração?

O processo de mineração de criptomoedas é exatamente o mesmo que adicionar registros da moeda virtual, ao blockchain, que conforme mencionamos no início deste artigo, é o livro onde são registradas as transações. As quais, são nomeadas de cadeias de blocos, por meio do blockchain, são registradas e confirmadas com segurança online.

Através dele, são também inseridas novas moedas de acordo com o protocolo estabelecido por cada criptoativo. Assim sendo, para que uma sequência compatível com o bloco anterior seja encontrada, o computador realiza inúmeros cálculos por segundo para que assim, a combinação perfeita ocorra.

Toda essa tecnologia que mencionamos, possibilita que as criptomoedas funcionem como uma rede descentralizada, sem a necessidade de ter uma autoridade central.

O processo de mineração foi criado para ser difícil, portanto, deve-se ter muita paciência e persistência também, pois os blocos encontrados devem conter uma prova de trabalho que os qualifique como sendo válidos.

Resumindo:  O minerador, nada mais é do que um nó na rede que coleta transações e as organiza em blocos. 

Sempre que ocorre uma transação, todos os nós da rede as recebe e verificam sua validade. Casa um dos blocos tem uma digital chamada de hash, que precisa ser compatível com o do bloco anterior e também com o posterior.

No caso, o grande papel do minerador é encontrar um hash que seja compatível com o bloco anterior. Quando um hash válido é encontrrado, o nó fundador transmitirá o bloco para a rede. Todos os demais nós irão verificar se o hash é, realmente válido e, caso seja, adicionarão o bloco em sua cópia do blockchain e seguirão para a mineração do próximo bloco.

Quando o minerador localiza esse hash, ele é recompensado. Como trata-se de uma tarefa complexa, a única maneira viável de localizar hash correto, é de realizar o cálculo máximo de cominações possíveis e, na sequência, aguardar até que uma correspondência seja localizada.

Fonte: Google

Veja os diferentes avanços tecnológicos das máquinas de mineração:

  1. Mineração com CPU: Permitem que as pessoas usem seus computadores para minerar. Esse tipo de mineração hoje em dia, é inviável. Isso porque um computador de última geração poderia computar somente 20 milhões de hashes por segundo, o que levaria milhares de anos para localizar um bloco hoje em dia.
  2. Mineração com GPU: Antigamente, os GPUs eram mais caros que os CPUs, mas já eram um pouco mais rápidos e eficientes, ainda assim, seriam necessários mais de 300 anos para encontrar um bloco nos dias atuais.
  3. Mineração ASIC: Máquinas criadas justamente com essa finalidade, até hoje, é o principal equipamento utilizado.
  4. Serviços de Mineração: Há empresas que fazem esse serviço, os chamados contratos de mineração. Esse tipo de serviço permite que você alugue o serviço de empresas que possuem os equipamentos necessários para a mineração.
  5. Pool de Mineração: Funcionam como uma cooperativa, onde quem minera, reúne recursos para aumentar as suas chances de lucro com as criptomoedas.
  6. Fazenda de Mineração: Instalações com inúmeras máquinas desenvolvidas para o trabalho em grande escala.

Em qual criptomoeda iniciar?

Para quem pretende iniciar na mineração, é interessante considerar criptomoedas que ofereçam a possibilidade de retorno mais rápido.

O Bitcoin, por exemplo, não é mais tão viável, já que requer um poder de processamento muito elevado.

Das opções mais interessantes para iniciantes, vale destacar as criptomoedas Ether, ZCash e Monero, que, mesmo não oferecendo a mesma lucratividade dos Bitcoins, permitem utilizar máquinas mais modestas para mineração.

Vanessa Gomes

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Vanessa Gomes