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A MAIOR lição financeira ensinada pela pandemia

Com a pandemia, temos uma incrível oportunidade de aprender algumas lições financeiras essenciais para mudar nosso relacionamento com o dinheiro.

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Jovem mulher asiática usando uma máscara protetora segurando dinheiro | Foto Premium
Fonte: Envato

Maior lição financeira ensinada pela pandemia?

Ninguém imaginava alguns meses atrás o que estamos vivendo agora.

A pandemia do novo coronavírus pegou a todos de surpresa e, além de mudar drasticamente os hábitos de higiene, também mudou a vida financeira da maioria dos brasileiros.

Demissões em massa, renda comprometida, endividados e pouco auxílio do governo definem o cenário que viveremos nos próximos meses – e até mesmo anos.

Tudo isso serviu para nos dar uma grande lição: estar preparado.

Afinal, qual é a lição financeira ensinada pela pandemia?

Quem não tinha nenhum recurso financeiro guardado passou uma barra mais pesada nesse período.

Sem reserva de emergência, investimentos ou até dinheiro debaixo do colchão, as pessoas que tiveram seus contratos suspensos, foram demitidas ou que não conseguem exercer a sua profissão ficaram de mãos atadas nessa crise.

Ter uma reserva de emergência, que cubra as despesas de pelo menos 6 meses sem renda fixa, sempre foi um dos pontos mais batidos pelos especialistas financeiros.

E quem tem neste momento, certamente ganhou tempo para conseguir se organizar.

Mas remoer o passado não leva a nada.

Se você também foi pego de surpresa e teve sua renda comprometida, tome como ensinamento e organize-se assim que possível.

A pandemia também nos ensinou que podemos viver com muito menos do que imaginávamos, mesmo que não seja tão agradável todo o tempo.

Nossa mente precisa mudar

Se você teve uma redução de gastos (porque não está podendo sair para comprar), aproveite a sobra para poupar, em vez de procurar por novas formas de gastar – em novas compras online ou nos apps de comida, por exemplo.

Já se estiver faltando, o momento pede que demos prioridade, financeiramente, ao que for essencial.

Negocie o que for possível – como escola dos filhos, redução do aluguel, pausa de 60 dias em financiamentos e entre outros – e dê prioridade para pagar os débitos que podem ocasionar cortes por falta de pagamento (conta de energia e água, por exemplo).

Os tributos, como IPVA e IPTU podem ser postergados para os próximos meses, pois os juros e multas costumam ser mais baixos, além do estado ou município dar descontos consideráveis na efetivação à vista do pagamento em atraso.

Atenção aos cartões

Alguns cartões de crédito também estão reduzindo as taxas de juros da fatura parcelada em até 80% para dar tempo dos clientes se organizarem.

É preciso ter em mente que não existe nenhuma fórmula mágica sobre como reformular o orçamento familiar durante a pandemia, pois cada família tem suas próprias necessidades e prioridades.

Agora, o que todos precisam saber é que comer deve estar em primeiro lugar na lista de prioridades, e o restante dá para dar um jeito depois.

Por Rafael Mansberger – Especialista em crédito – @rafaelmansberger – E-mail: [email protected]

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